Pois acaba de acontecer. Ao sentir-se ameaçado por um pit bull, um menino de onze anos não teve dúvida em pagar o bicho com a mesma moeda. Diz a reportagem que o petiz mordeu o animal com tanta força que este, ao tentar escapar assustado com tal valentia, arrancou-lhe um dente, que ficou cravado em sua carne.
Se eu fosse um desses militantes fanáticos de Ongs que defendem os animais estaria fazendo campanha para amordaçarem o garoto. Afinal, quando um pit bull ataca um ser humano, logo querem amordaçá-lo, castrá-lo ou mesmo eliminá-lo com uma injeção letal. Isso, aliás, é praticado em alguns estados americanos. Por aqui as autoridades até que pegam leve, apenas fazendo exigências que quase nunca são cumpridas pelos donos desses "terríveis animais."
O pit bull não é exatamente um cão, do tipo melhor amigo do homem. Ele é uma "besta-fera" gerada de vários cruzamentos que tinham por objetivo criar um animal forte, de temperamento instável, apropriado para guerras e lutas. É, portanto, um bicho feroz de natureza, que sofre de transtorno bipolar crônico. Isto é, seu humor muda da água para o vinho num piscar de olhos. Quando isso acontece, salve-se quem puder!
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No caso do pit bull, o animal é o menos culpado quando ocorre uma tragédia. Além de não ter pedido pra nascer, o bicho muitas vezes é criado justamente pra ser um cão de guerra. Há casos em que o bicho é torturado pelo dono, que o coloca pra brigar em rinhas clandestinas. Portanto, sempre que um animal desses atacar uma pessoa que não tem nenhuma relação com ele, a lei deveria obrigar o dono - ele sim! - a usar focinheira toda vez que saísse na rua ou a lutar até a morte num ringue de luta livre.


Já na minha opinião o Pit Bull é sim o melhor amigo do homem, o problema é que ele escolhe apenas UM HUMANO (homem ou mulher) para ser FIEL, portanto à todos os outros que lhes cercam ele se torna indiferente e por vezes agressivo.
Como Jorge comenta, o Pit Bull foi criado para ter força e agressividade bem como o Bull Dog, que hoje não ganha importância pela sua "dita" agressividade.
Entre os BULL s [touro no inglês] temos vários cães: Bull Terrier,AAmericam Pit Bull Terrier, Americam Staffordshire Bull Terrier,Blend Bulldog ,PitBull, Bulldog ,Bulldog Francês ,Bulldog Americano , BullMastiff , Bull Terrier Miniatura... Etc.
Além da genética, sabemos que o algumas modificações físicas que estes animais sofrem como o corte das orelhas - a orelha serve para proteger o pavilhão auditivo -, o ambiente e a criação influenciam muito para o comportamento do animal, evidenciando ou amenizando o temperamento próprio do animal, podendo deixar o animais mais estressado do que naturalmente eles seriam.

É completamente aceitável a idéia que os animais também sofram de Transtorno Afetivo Bipolar (TAB), se levarmos em consideração os vários cruzamentos que as raças sofreram para chegar na "aparência" atual. O TAB pode ser resultado destes cruzamentos [genética] e muitas vezes precisa do fator ambientar para se desenvolver [tratamentos agressivos, indiferentes, etc., na criação]
O TAB em humanos é amplamente discutido como uma "doença" complicada de ser tratada devido a sua apresentação diferenciada de indivíduo para indivíduo, além de graus e intensidades distintas. Mas no mundo animal, os trantornos de "temperamento" aparecem cada vez com maior frequência, tanto em raças como o Pittbul - com maior incidência - como em cães da raça Akita, Chow-chow e o Shar-pei. Cães que são dóceis e de uma hora pra outra em uma brincadeira mordem seus donos e outras pessoas, e são chamados de loucos ou "de lua".
Agora, por quê estes animais são tratados simplesmente como agressivos, casos sem solução??? Principalmente animais de médio a grande porte uma vez que o maior índice de ataques à humanos faz do Dachshund - popular Salsicha - como campeão, seguido do Pinscher e o Poodle, mas o estrago que estas raças causam é insignificante perto dos outros, por este motivo o 'descrédito' aos ataques para o cães pequenos.
Existem vários trantornos psíquicos que os nossos "pets" grandes e pequenos sofrem, como: depressão, ansiedade, disturbios de comportamento tais como morder as patas e rabo (arrancando os pedaços), comer os móveis, mesmo depois e adultos, cavalos que comem as portas da cocheira,etc.

Em um programa do Discovery Channel sobre cães eles mostram uma cadela de raça akita -se não me falha a memória - que sofria com Ansiedade de Separação. A dona saia para trabalhar e quando voltava a casa estava destruída. A proprietária da cadela levou-a em um especialista em Psicologia canina, SIM PSICOLOGIA, que depois de identificar o problema a encaminhou para o adestramento, OU seja, a forma com que a senhora conduziu a educação do animal fez o mesmo sofrer,mas com o recondionamento, a cadela deixou a inseguraça de lado e permaneceu tranquila no período em que a dona não estava em casa, para o alívio do animal e da proprietária.
Como diz a  Sandra Bellga, criadora de cães há 35 anos, é necessária a intervenção de um adestrador para que ele possa trabalhar o temperamento e entender a personalidade do cão, tornando possível a mudança de comportamento.


BJosss ;)